A lepra atua no corpo como álcool atua na alma como pecado atua no espírito. A lepra começa com uma manchinha aparentemente inofensiva. Uma mancha aqui, outra ali e vai se espalhando por todo o corpo, corroendo-o e ferindo-o com crueldade, até destruí-lo.
O álcool começa com um brinde ou um copo, um convite aqui, outro ali e as constantes afirmações. “Eu só bebo socialmente”. O álcool desinibe, “alegra”, engana,... ridiculariza. O álcool termina dominando a vontade.
Determinadas famílias não conseguem se reunir sem o álcool para “alegrá-las”, não conseguem se alegrar com a presença uns dos outros, precisam de uma enzima ou de um aditivo, o álcool. Que amor é esse?
Embora não conheça a estatística oficial sobre o assunto, sabemos que milhões de pessoas estão dominadas pelo álcool, e este domínio destrói lares, provoca falências, é responsável por violências: acidentes, assassinatos, roubos, estupros e prostituições, além de acabar com amizades e sociedades.
O pecado começa com um mau pensamento, ele é acalentado, alimentado e assim, como a lepra destrói o corpo e o álcool destrói a alma, o pecado destrói o espírito (suja,fere,mata).
Os israelitas não toleravam a lepra: o leproso era afastado da congregação e isolado (II Cr 26:20, 21); no entanto, as nações pagãs vizinhas de Israel a toleravam (II Rs 5:11).
A igreja de Jesus não suporta o álcool: o álcool reina na sociedade.
O povo de Deus não pode conviver com o pecado e /ou no pecado: o mundo lamenta as suas conseqüências, mas vive, convive ou tolera o pecado, porque ama a situação que lhe dá suporte.
“Pelo que sai do meio deles, apartai-vos, diz o Senhor, não toqueis nada imundo e eu vos receberei. Eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor. Todo Poderoso” (II Co 6:17, 18).
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